Sérgio Cabral desmaia na cadeia após saber de prisão do filho – VEJA O VÍDEO!

Sérgio Cabral desmaia na cadeia após saber de prisão do filho; José Eduardo Neves Cabral é alvo de operação que mira o comércio ilegal de cigarros

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral passou mal após saber que seu filho foi preso nesta quarta-feira (23). José Eduardo Neves Cabral foi alvo de uma operação realizada em conjunto entre a Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF). Cabral foi atendido na unidade de saúde do Batalhão Especial Prisional (BEP), em Niterói, onde está detido.

As informações foram confirmadas por Marco Antônio Cabral, outro filho do ex-governador, e fontes da Polícia Militar ao G1.

José Eduardo é dono de uma produtora de eventos, a ZC Entretenimento.

Batizada de Smoke Free, a operação mira o comércio ilegal de cigarros. No total, os agentes cumprem 27 mandados de prisão e 50 de busca e apreensão no Rio e na Baixada Fluminense. Outro alvo da ação é Adilson Coutinho de Oliveira Filho, o Adilsinho, que já tinha sido alvo da Operação Fumus, cujo foco também foi a apuração de ilegalidades na venda de cigarros.

Filho do ex-governador Sérgio Cabral é preso em operação no RJ

José Eduardo é um dos alvos de operação que mira o comércio ilegal de cigarros.

Sérgio Cabral foi condenado a mais de 400 anos de prisão, por crimes investigados pelo braço fluminense da Operação Lava Jato. Está na cadeia desde 2016, mas a última prisão preventiva está em julgamento no Supremo Tribunal Federal. Se cair, o político poderá voltar para casa.

Uma operação realizada em conjunto entre a Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) prendeu, na manhã desta quarta-feira (23), o empresário José Eduardo Cabral, filho do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral. José Eduardo é dono de uma produtora de eventos, a ZC Entretenimento.

Batizada de Smoke Free, a operação mira o comércio ilegal de cigarros. No total, os agentes cumprem 27 mandados de prisão e 50 de busca e apreensão no Rio e na Baixada Fluminense. Outro alvo da ação é Adilson Coutinho de Oliveira Filho, o Adilsinho, que já tinha sido alvo da Operação Fumus, cujo foco também foi a apuração de ilegalidades na venda de cigarros.

De acordo com as investigações, uma quadrilha falsificou ou não emitiu notas fiscais e transportou ou vendeu cigarros vindos de crime em territórios dominados. A PF informou que o grupo é responsável por um prejuízo à União estimado em cerca de R$ 2 bilhões.

Os investigados na operação podem responder pela prática de crimes de sonegação fiscal, duplicata simulada, receptação qualificada, corrupção ativa e passiva, lavagem de capital e evasão de divisas. Caso sejam condenados, as penas podem chegar a 66 anos de reclusão.

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